TJSP DISPONIBILIZA CARRÃO OFICIAL, COM MOTORISTA PARTICULAR, PARA COMPRINHAS MATINAIS EM RECANTO JAPONÊS NO BAIRRO DA LIBERDADE SÃO PAULO.

“Se você estudasse teria direito à mordomia de usar um carro como este para suas comprinhas, por que não estudou?”

Essas imputações horrorizantes, foram manifestadas pelo motorista de um dos Desembargadores do Egrégio Tribunal de Justiça de São Paulo.

Ao meio de inúmeras manifestações populares ocorridas em 15 de março de 2015 e 12 de abril, pelas quais deflagrou excessiva indignação penuriosa do povo brasileiro que implora por equidade social junto as autoridades institucionais políticas, legislativas e judiciárias;

3982791924-manifestacao-contra-o-governo-federal-reune-1-milhao-de-pessoas-na-paulistaAo que parece o Egrégio Tribunal de Justiça de São Paulo não tem percebido o clamor nacional de lamentos em vozes nas ruas. Senão vejamos.

Indagado o motorista da autoridade judiciária do Tribunal de Justiça de São Paulo, o que fazia com um ‘baita’ carrão estacionado (em local proibido) no centro comercial do bairro da Liberdade em São Paulo Capital, em hora não convencional, isto é, em hora de expediente jurídico, automóvel com placa TJSP 186; veículo oficial do Tribunal; enfaticamente o senhor motorista, respondeu arrogantemente, e diretamente:

O motorista oficial do TJSP, irritado com a pergunta do do cidadão, se mostrando indiferente com a coisa pública, arrogantemente, respondeu:

IMG-20150417-WA0005“Não é do interesse de ninguém, o que estou fazendo, sobretudo, do teu!”.

Insistido asseverar a questão, sobretudo observando que havia pessoa testemunhando sua fala; exaustou-se o motorista do Desembargador, disse ao interlocutor em tom debochativo:

“Você devia ter estudado; prestado concurso público judiciário; assim reuniria condição para desfrutar dessas mordomias que todos tem”.

Michel Focault

Se tomarmos conta os pensamentos do filósofo vanguardista Michel Focault, este com muita eficiência interpreta, em sua obra Microfísica do Poder, a realidade que se pode resumir do fato a cerca da ‘razão’, por exemplo, do ‘tal’ motorista do TJSP em relação o subpoder; ementa o filosofo:

“O homem subordinado, obediente a determinada autoridade, adquire hipoteticamente infra comando à quem pensa ser hipossuficiente”.

Neste diapasão presume-se que o motorista do TJSP, no âmbito da sua gabardia, utilizando-se do patrimônio da República anarquicamente; acredita realmente que estivesse arguido à prerrogativa de Poder, pelo fato do seu chefe, isto é, um dos Desembargadores do TJSP, ter estudado, e prestado concurso judiciário. Contudo o cenário que elança motorista e Desembargador, notadamente é perigoso diante o desencanto do brasileiro perante reveladoras ineficiências institucionais no Brasil.

Atualmente as manifestações pacíficas visam “Ordem e Progresso” no Brasil. Mas o motorista do TJSP, imagina-se estar vivendo em década de 1970, momento em que o povo brasileiro teve seus direito sucumbidos, e, obrigado aceitar calado aos esnobes de serventuários da administração direta ou judiciário.

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Como dito. Há testemunha que presenciou o fato, esta relatou: “isto é um desaforo, todos trabalham para dignidade cívica nacional, ou pelo menos quase todos trabalham no País, este motorista tivera a melhor oportunidade de calar-se, mas preferiu mostrar a garra do ‘poder ficto'”. 

Evidente que os Ínclitos Desembargadores do Estado de São Paulo devem reunir condições de locomoção à necessidade em diligência operacional.

Todavia, que seja o exemplo iniciado pelo Poder Judiciário. No contexto, ao que parece, não é necessário que os Ínclitos Desembargadores utilizem automóvel luxuoso como é o “Fluence” (caríssimo). Sobretudo que seja aplicado exames de realidade social e civilidade aos seus motoristas visando evitar prepotência e estupidez com o cidadão brasileiro.

Sobre o motorista do veículo TJSP 186, devia estar à égide de processo administrativo, o qual indubitavelmente o exoneraria sumariamente diante das ofensas proferidas ao cidadão brasileiro. Porquanto à sua Excelência, data venia, que utilize seu próprio veículo para fazer “comprinhas japonesinhas!”(conforme afirmou seu motorista) no bairro da Liberdade em São Paulo .

O Presidente do Egrégio TJSP Excelentíssimo Renato Nalini em seu Blog expressou da importância de termos uma sociedade justa em equidade. 

Recentemente, em 03 de março de 2015 (Adeus ao preconceito) o Excelentíssimo Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça de São Paulo Doutor Renato Nalini, em seu Blog (alias, protestamos em estimas por conta da excelente qualidade comunicativa em vanguarda com os problemas aflitivos nacional) deferiu que:

IMG-20150417-WA0004Ainda somos uma sociedade preconceituosa. Consciente ou inconscientemente, nutrimos pré-compreensão pejorativa em relação a muitos semelhantes. De início, não os consideramos verdadeiramente “semelhantes”. Estamos na República do Brasil, em que alguns são “mais iguais” do que outros.

Em resumo. No Brasil existem pessoas que imaginam serem “mais iguais” do que as outras. É isto!

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Sobre Oswaldo A. Fabris

Mestre Direito Político Econômico Mackenzie; Professor Universitário Ciências Criminais; Doutorado Direito Penal Empresarial; Administrador de Empresas; Professor em Teoria e Câmbio
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