SANGUE DOS PROFESSORES, ATACADOS PELAS ESFINGES CANINAS DO PRÍNCIPE

Com profunda melancolia profiro minha indignação.

Jamais aproveitaria uma situação extrema para alçar atenções. Isto, na verdade, é habitualidade de políticos brasileiros; os quais “fazem o Estado descolado do povo” [Ricardo Boechart – 05/05/15].

Nesse diapasão é inconformável assistir a guerra que o governo do Paraná trava com seus filhos. Guerra do sangue da morte. Eis o ponto. Há má gestão, e como se pressupõe corruptiva, certamente; como não diferente em todos os Estados da Federação. E, no determinado momento que se expressa basta à resignação, soltam às feras caninas para assegurar o poder decrépito.

Não há que se fazer poesia em que pese à guerra que sofrem meus irmãos Curitibanos. Sobretudo, meus amados colegas professores. Não me escondo; uno-me à minha classe, isto é, ao meu semelhante, bem como à dignidade dos brasileiros paranaenses.

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Sobre Oswaldo A. Fabris

Mestre Direito Político Econômico Mackenzie; Professor Universitário Ciências Criminais; Doutorado Direito Penal Empresarial; Administrador de Empresas; Professor em Teoria e Câmbio
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